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Um agente de IA não se comove com a sua campanha de marca. E agora, morreu o branding?
Em julho, no Fórum E-Commerce Brasil, o Chief Data & AI Officer do Magalu, Caio Gomes, descreveu uma cena que ainda parece estranha para quem trabalha com marca. Dois agentes de inteligência artificial conversam: um representa o consumidor e foi instruído a comprar; o outro representa o varejista e foi instruído a vender. Nenhum dos dois assiste ao filme de 30 segundos, nenhum dos dois repara na direção de arte. Se a oferta não vier acompanhada de dados que a sustentem como a
Freitas Netto
9 de set.7 min de leitura
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