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Marketing de influência: por que sua melhor campanha pode parecer um fracasso no relatório
O papel invisível do creator entre a exposição e o relatório de resultado. Uma pessoa vê o review de um creator numa terça à noite. Não clica. No dia seguinte pesquisa o produto. Salva o nome da marca. No sábado compra na loja física, sem link e sem cupom. Na segunda, o relatório da campanha registra poucos cliques e conversão abaixo da meta. A venda aconteceu, mas o relatório registrou fracasso! Essa cena deixou de ser um caso isolado. O estudo O Efeito da Influência no Cons
Freitas Netto
há 2 dias5 min de leitura


Salve sua carreira: como sair da execução e chegar na decisão antes que a IA feche a porta
A IA já escreve, resume, cruza planilha, adapta peça, levanta benchmark, formata relatório e sugere dez variações de headline em segundos. Ela executa hoje boa parte do trabalho que sustentou o início e o meio de carreira de milhares de profissionais de marketing no Brasil. Enquanto isso, as empresas seguem sem enxergar a própria taxa de conversão, sem conectar comunicação a margem e sem critério para decidir onde colocar a próxima parcela da verba. Automatizamos a produção.
Freitas Netto
há 7 dias6 min de leitura


O que descobri olhando para o primeiro ano do TikTok Shop no Brasil
Os dados revelam uma plataforma que já move descoberta, desejo e decisão de compra, mas ainda disputa a própria receita que ajuda a gerar. O primeiro ano da operação do TikTok Shop no Brasil veio cercado de números enormes: o GMV (Volume Bruto de Mercadoria) médio diário mensal cresceu 102 vezes, o número de criadores afiliados ativos aumentou 46 vezes e o GMV médio diário mensal gerado pelas lives avançou 161 vezes. Tudo isso é relevante e diz bastante sobre a velocidade de
Freitas Netto
3 de ago.7 min de leitura


Da atenção à retenção: os 10 desafios do marketing atual
Em 2025, as marcas investiram R$ 42,7 bilhões em publicidade digital no Brasil, alta de 12,7% sobre 2024 e crescimento acumulado de 80% em cinco anos, segundo o Digital Adspend 2026, do IAB Brasil em parceria com a Kantar Ibope Media. Social media concentra 55% desse volume e search, 26%. Guarde esses números, porque eles descrevem um mecanismo econômico simples. Entrou 80% mais dinheiro em cinco anos disputando uma atenção humana que continua limitada e cada vez mais fragmen
Freitas Netto
31 de jul.9 min de leitura


Você sabe o que é IA agêntica? A nova disputa do varejo começa aqui
Marcas continuarão disputando a preferência das pessoas, mas também precisarão ser escolhidas por máquinas A experiência de comprar online sempre funcionou de um jeito específico. Você vinha do Google, clicava no site, navegava, comparava, lia reviews, decidia. A marca criava uma vitrine. Você consumia essa vitrine. A marca importava porque comunicava promessa, qualidade, identidade. O consumidor era o ponto final de todo design: cores, palavras, imagens, histórias. Em 2026,
Freitas Netto
29 de jul.9 min de leitura
![Influência digital exige arquitetura de jornada [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_ece188bc1dde41b1a52f90dee6c1e64c~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_ece188bc1dde41b1a52f90dee6c1e64c~mv2.webp)
![Influência digital exige arquitetura de jornada [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_ece188bc1dde41b1a52f90dee6c1e64c~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_ece188bc1dde41b1a52f90dee6c1e64c~mv2.webp)
Influência digital exige arquitetura de jornada [Pesquisa]
A publi abre a descoberta. A decisão acontece fora do feed. Boa parte do mercado brasileiro aprendeu a contratar influência como se contrata mídia: alcance, engajamento, volume de entregáveis e um relatório no fim do período. O que raramente entra nesse escopo é o que acontece com o consumidor depois que ele vê o conteúdo. E os dados sugerem que é justamente ali que a compra se decide. A pesquisa Consumo e Influência Digital 2026, do Opinion Box com a Influency.me, ouviu 1.20
Freitas Netto
24 de jul.7 min de leitura


"Contágio" em tempos de algoritmo: por que a distribuição virou parte da estratégia
Como o clássico de Jonah Berger continua indispensável para entender a viralidade e compartilhamento, mas precisa ser relido na era dos creators e dos algoritmos. Publicado em 2013 e lançado no Brasil como Contágio: por que as coisas pegam, o livro nos ensinou que a viralidade dependia das pessoas certas compartilhando a mensagem certa. Hoje sabemos que existe um terceiro ator nessa equação: o algoritmo. Isso não torna Contágio, de Jonah Berger, ultrapassado. Pelo contrário.
Freitas Netto
15 de jul.9 min de leitura
![LinkedIn: audiência qualificada de sobra, conteúdo com repertório de menos [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_55a9c1f7681b42ae808e3db3ab11437e~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_55a9c1f7681b42ae808e3db3ab11437e~mv2.webp)
![LinkedIn: audiência qualificada de sobra, conteúdo com repertório de menos [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_55a9c1f7681b42ae808e3db3ab11437e~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_55a9c1f7681b42ae808e3db3ab11437e~mv2.webp)
LinkedIn: audiência qualificada de sobra, conteúdo com repertório de menos [Pesquisa]
O LinkedIn deixou de ser uma rede de currículo. Mas ainda não virou uma rede de criação massiva. E é exatamente nesse meio do caminho que está uma das maiores oportunidades para quem trabalha marca, carreira e influência no Brasil hoje. A nova pesquisa da Opinion Box com a M15 sobre o uso do LinkedIn no país mostra que a plataforma se tornou um dos ambientes mais relevantes de atenção profissional qualificada no Brasil, mas essa atenção está profundamente desequilibrada. Muit
Freitas Netto
9 de jul.9 min de leitura


A Vaca Roxa em tempos de IA: ainda faz sentido ser diferente?
Tá... muito provavelmente você já deve ter ouvido falar da tal da Vaca Roxa. E não estou nem falando da vaca das campanhas do chocolate Milka. Em 2003, Seth Godin publicou um livro que conseguiu atravessar duas décadas de viradas tecnológicas sem perder o sentido. A premissa é simples: em um mercado saturado, ser marcante é a única posição que protege uma marca. Tudo que se acomoda na média desaparece da memória do consumidor. É nesse ponto que surge a metáfora de Godin: vaca
Freitas Netto
24 de jun.8 min de leitura


O que faz uma publi funcionar no TikTok? Os principais achados da minha pesquisa de mestrado
Defendi recentemente minha dissertação de mestrado, sob o título "TikTok Marketing: uma análise das estratégias de storytelling digital em publicações patrocinadas de criadores de conteúdo". Este artigo é uma forma de sintetizar esse trabalho e colocá-lo para circular fora do meio acadêmico. Faço isso por uma razão simples. Os achados têm relevância teórica para os estudos de comunicação e marketing, mas têm relevância igual, talvez maior, para quem decide campanha na prática
Freitas Netto
20 de jun.16 min de leitura


O Marketing 7.0 de Kotler e a indústria que esqueceu como as pessoas pensam
Por que o novo livro de Philip Kotler funciona como diagnóstico cultural sobre os limites do marketing na era digital, e o que ele revela sobre o estado da nossa indústria Existe uma cena que se repete todos os dias no feed de qualquer pessoa minimamente conectada. Marcas postando o mesmo formato. Reels com trends replicáveis. Carrosséis que poderiam ter saído de qualquer agência. Campanhas que sumiriam se você trocasse o logo no canto do card. Conteúdos institucionais sobre
Freitas Netto
7 de jun.17 min de leitura
![A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.webp)
![A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.webp)
A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]
A Copa do Mundo é vendida no Brasil como evento de paixão unânime. A cada quatro anos, marcas, agências e veículos partem do mesmo pressuposto: o brasileiro é torcedor por natureza, vive a Copa como ritual coletivo de festa, decide por impulso no calor do jogo e compra produto patrocinado porque "sente" a marca dentro do torneio. Essa narrativa sustenta cotas de patrocínio milionárias, planos de mídia inflacionados e ativações que insistem em comunicar Copa como carnaval inin
Freitas Netto
21 de mai.9 min de leitura


SPIW 2026 | Do produto ao algoritmo: o varejo brasileiro tentando recuperar poder
Essa semana aconteceu a São Paulo Innovation Week 2026, e de todas as trilhas que o evento ofereceu, eu optei por passar os três dias acompanhando mais de perto a trilha de Varejo, que é o terreno onde meu trabalho de planejamento se enraíza há mais tempo. Assistir palestra por palestra é legal e dá vários insights. Mas o meu desafio era outro. Tentei olhar para o desenho que estava surgindo quando todas elas são vistas juntas. Um panorama geral, uma narrativa macro, sabe? Pa
Freitas Netto
16 de mai.10 min de leitura


Creators: o último resquício de humanidade na produção de conteúdo na era da IA
Empresas usam IA para gerar campanhas. Marcas usam IA para replicar trends . Profissionais usam IA para produzir em escala o que antes levaria semanas. Robôs publicam, bots comentam, humanoides digitais apresentam produtos com voz, rosto e cadência treinados para parecer gente. O resultado é um feed que nunca teve tanto conteúdo e tão pouca presença humana de verdade. É aí que os creators se tornaram algo que ninguém havia previsto: o último resquício de autenticidade recon
Freitas Netto
13 de abr.7 min de leitura


Geração Alfa e o varejo físico: por que o futuro do consumo não é digital como imaginávamos?
Durante anos, o mercado operou sob uma premissa quase incontestável: quanto mais digital a geração, menor a relevância do varejo físico. A Geração Alfa deveria ser o ápice dessa lógica. Nascida a partir de 2010, filha de millennials e a primeira geração formada inteiramente em um ambiente hiperconectado, mediado por plataformas e interfaces digitais, tudo indicava que sua relação com o consumo seria majoritariamente digital, funcional e orientada por conveniência. Diferente d
Freitas Netto
9 de abr.5 min de leitura
![Do afeto à decisão: mercado pet no Brasil 2026 [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_528c853926db464f8d5ff77bd1383fe4~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_528c853926db464f8d5ff77bd1383fe4~mv2.webp)
![Do afeto à decisão: mercado pet no Brasil 2026 [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_528c853926db464f8d5ff77bd1383fe4~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_528c853926db464f8d5ff77bd1383fe4~mv2.webp)
Do afeto à decisão: mercado pet no Brasil 2026 [Pesquisa]
Durante anos, o mercado tratou a ascensão do setor pet a partir de uma lente relativamente confortável: a da humanização. Os animais deixaram de ser vistos como companhia e passaram a ocupar um lugar afetivo mais profundo, muitas vezes equiparado ao de um filho. Esse movimento foi amplamente documentado, explorado pelas marcas e incorporado ao discurso publicitário. Mas os dados mais recentes mostram que essa leitura, embora correta, é insuficiente. Porque o que está acontece
Freitas Netto
8 de abr.6 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 5: A era da diferenciação e o colapso do marketing genérico
Se nos primeiros dias do SXSW a discussão girava em torno da ascensão da inteligência artificial, neste quinto dia o debate avançou para uma camada mais estratégica. A pergunta deixou de ser “como usar a tecnologia” e passou a ser outra, muito mais difícil de responder: como continuar sendo relevante em um ambiente onde a tecnologia tornou tudo parecido , padronizado, sabe? Ao longo das palestras, ficou evidente que entramos em uma nova fase do marketing e da comunicação. U
Freitas Netto
17 de mar.15 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 4: IA, comunidade, tecnologias e o que continua sendo profundamente humano
No quarto dia do SXSW 2026, os debates começaram a convergir de forma ainda mais explícita para uma tensão central do nosso tempo: quanto mais a tecnologia avança, mais importante se torna discutir aquilo que ela não substitui . Se nos últimos dias o festival já vinha mostrando como a inteligência artificial está reconfigurando criatividade, trabalho, mídia e consumo, hoje essa conversa ganhou duas camadas complementares. De um lado, surgiram reflexões profundas sobre como
Freitas Netto
16 de mar.15 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 3: A morte das tendências e as três tempestades tecnológicas de Amy Webb
Terceiro dia de SXSW. Participei de muita palestra e de muitos painéis, mas, hoje, o destaque deste artigo vai ser um só. Definitivamente, a palestra mais aguardada do evento foi a da futurista Amy Webb . Isso porque, normalmente, os seus Trends Reports , produzidos pelo Future Today Institute e apresentados todos os anos no SXSW, costumam ocupar esse lugar de grande expectativa. É aquele tipo de apresentação que, de algum modo, organiza o imaginário do mercado. O que A
Freitas Netto
15 de mar.12 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 2: Creator economy, AI e o novo consumo intencional
No segundo dia do SXSW 2026, os debates começaram a se conectar de forma muito clara em torno de um mesmo tema: relevância em um mundo de abundância . Se no primeiro dia o foco esteve na tensão entre inteligência artificial e criatividade humana, o segundo dia aprofundou outra pergunta importante: como marcas, criadores e empresas continuam relevantes em um ambiente saturado de estímulos, conteúdo e escolhas? Entre as palestras que acompanhei, três blocos de discussão se de
Freitas Netto
14 de mar.12 min de leitura
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