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![A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.webp)
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A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]
A Copa do Mundo é vendida no Brasil como evento de paixão unânime. A cada quatro anos, marcas, agências e veículos partem do mesmo pressuposto: o brasileiro é torcedor por natureza, vive a Copa como ritual coletivo de festa, decide por impulso no calor do jogo e compra produto patrocinado porque "sente" a marca dentro do torneio. Essa narrativa sustenta cotas de patrocínio milionárias, planos de mídia inflacionados e ativações que insistem em comunicar Copa como carnaval inin
Freitas Netto
21 de mai.9 min de leitura


SPIW 2026 | Do produto ao algoritmo: o varejo brasileiro tentando recuperar poder
Essa semana aconteceu a São Paulo Innovation Week 2026, e de todas as trilhas que o evento ofereceu, eu optei por passar os três dias acompanhando mais de perto a trilha de Varejo, que é o terreno onde meu trabalho de planejamento se enraíza há mais tempo. Assistir palestra por palestra é legal e dá vários insights. Mas o meu desafio era outro. Tentei olhar para o desenho que estava surgindo quando todas elas são vistas juntas. Um panorama geral, uma narrativa macro, sabe? Pa
Freitas Netto
16 de mai.10 min de leitura


Varejo constrói marca? “Birra de Mãe”, da Casas Bahia, mostra que sim!
Durante muito tempo, a comunicação de varejo foi tratada quase exclusivamente como uma ferramenta de conversão imediata. O filme precisava anunciar a oferta, destacar o preço, reforçar a condição de pagamento, gerar senso de urgência e levar o consumidor à compra. Em um setor marcado por metas diárias, margens pressionadas e concorrência intensa, essa lógica sempre fez sentido. O varejo precisa vender. E precisa vender agora! Mas vender não significa abrir mão de conceito. Um
Freitas Netto
8 de mai.4 min de leitura


Modo performance: quando o futuro cansa, o passado vira refúgio e o offline vira desejo
Tem algo curioso conectando comportamentos geracionais que, à primeira vista, podem até parecem muito diferentes entre si. Uma parte da Geração Z diz que preferiria viver no passado. Muitos millennials transformaram o domingo em um ritual de organização quase produtiva da própria vida. E experiências presenciais, criativas e comunitárias, como encontros de desenho ao vivo em bares, começam a ganhar força como alternativa ao excesso de tela, feed e mediação digital. Separadame
Freitas Netto
1 de mai.4 min de leitura


Geração Alfa e o varejo físico: por que o futuro do consumo não é digital como imaginávamos?
Durante anos, o mercado operou sob uma premissa quase incontestável: quanto mais digital a geração, menor a relevância do varejo físico. A Geração Alfa deveria ser o ápice dessa lógica. Nascida a partir de 2010, filha de millennials e a primeira geração formada inteiramente em um ambiente hiperconectado, mediado por plataformas e interfaces digitais, tudo indicava que sua relação com o consumo seria majoritariamente digital, funcional e orientada por conveniência. Diferente d
Freitas Netto
9 de abr.5 min de leitura
![Do afeto à decisão: mercado pet no Brasil 2026 [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_528c853926db464f8d5ff77bd1383fe4~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_528c853926db464f8d5ff77bd1383fe4~mv2.webp)
![Do afeto à decisão: mercado pet no Brasil 2026 [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_528c853926db464f8d5ff77bd1383fe4~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_528c853926db464f8d5ff77bd1383fe4~mv2.webp)
Do afeto à decisão: mercado pet no Brasil 2026 [Pesquisa]
Durante anos, o mercado tratou a ascensão do setor pet a partir de uma lente relativamente confortável: a da humanização. Os animais deixaram de ser vistos como companhia e passaram a ocupar um lugar afetivo mais profundo, muitas vezes equiparado ao de um filho. Esse movimento foi amplamente documentado, explorado pelas marcas e incorporado ao discurso publicitário. Mas os dados mais recentes mostram que essa leitura, embora correta, é insuficiente. Porque o que está acontece
Freitas Netto
8 de abr.6 min de leitura


Páscoa 2026: do consumo compulsório ao ritual ajustado
A cada ano, o discurso da Páscoa se repete: O consumo caiu. Os preços subiram. O brasileiro está comprando menos. Mas essa leitura, embora verdadeira na superfície, é insuficiente. Ela explica o que está acontecendo, mas não explica por que está acontecendo e, principalmente, o que isso significa. A pesquisa “Pulso Páscoa 2026” , conduzida pela Hibou em parceria com a Score Group, propõe uma leitura mais interessante. E mais estratégica. Ela não trata a Páscoa como uma data
Freitas Netto
2 de abr.5 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 5: A era da diferenciação e o colapso do marketing genérico
Se nos primeiros dias do SXSW a discussão girava em torno da ascensão da inteligência artificial, neste quinto dia o debate avançou para uma camada mais estratégica. A pergunta deixou de ser “como usar a tecnologia” e passou a ser outra, muito mais difícil de responder: como continuar sendo relevante em um ambiente onde a tecnologia tornou tudo parecido , padronizado, sabe? Ao longo das palestras, ficou evidente que entramos em uma nova fase do marketing e da comunicação. U
Freitas Netto
17 de mar.15 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 4: IA, comunidade, tecnologias e o que continua sendo profundamente humano
No quarto dia do SXSW 2026, os debates começaram a convergir de forma ainda mais explícita para uma tensão central do nosso tempo: quanto mais a tecnologia avança, mais importante se torna discutir aquilo que ela não substitui . Se nos últimos dias o festival já vinha mostrando como a inteligência artificial está reconfigurando criatividade, trabalho, mídia e consumo, hoje essa conversa ganhou duas camadas complementares. De um lado, surgiram reflexões profundas sobre como
Freitas Netto
16 de mar.15 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 3: A morte das tendências e as três tempestades tecnológicas de Amy Webb
Terceiro dia de SXSW. Participei de muita palestra e de muitos painéis, mas, hoje, o destaque deste artigo vai ser um só. Definitivamente, a palestra mais aguardada do evento foi a da futurista Amy Webb . Isso porque, normalmente, os seus Trends Reports , produzidos pelo Future Today Institute e apresentados todos os anos no SXSW, costumam ocupar esse lugar de grande expectativa. É aquele tipo de apresentação que, de algum modo, organiza o imaginário do mercado. O que A
Freitas Netto
15 de mar.12 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 2: Creator economy, AI e o novo consumo intencional
No segundo dia do SXSW 2026, os debates começaram a se conectar de forma muito clara em torno de um mesmo tema: relevância em um mundo de abundância . Se no primeiro dia o foco esteve na tensão entre inteligência artificial e criatividade humana, o segundo dia aprofundou outra pergunta importante: como marcas, criadores e empresas continuam relevantes em um ambiente saturado de estímulos, conteúdo e escolhas? Entre as palestras que acompanhei, três blocos de discussão se de
Freitas Netto
14 de mar.12 min de leitura


SXSW 2026 | Dia 1: 8 insights estratégicos
No primeiro dia do SXSW 2026, alguns temas apareceram com força em diferentes painéis. Inteligência artificial, criatividade humana, crise de pertencimento e transformação econômica da Geração Z surgiram como peças de um mesmo quebra-cabeça. A partir de quatro palestras principais que acompanhei, sintetizei oito insights estratégicos que ajudam a entender para onde estamos indo. 1. AI & the Brain: As We Embrace AI, Let’s Not Forget Our Minds IA e o cérebro: enquanto abr
Freitas Netto
13 de mar.6 min de leitura


Como o conteúdo de bastidor virou estratégia de marketing de influência para marcas no Brasil
A ascensão do creator-estrategista no marketing, na influência B2B e na cobertura de bastidores e eventos corporativos Nos últimos anos, o mercado de influência passou por uma transformação silenciosa. Se antes a lógica predominante era volume, alcance e entretenimento, hoje cresce a demanda por criadores capazes de traduzir estratégia, processo e bastidores em narrativas relevantes para marcas, empresas e públicos profissionais. Durante muito tempo, a influência digital foi
Freitas Netto
24 de fev.4 min de leitura


Caso “Baly Tadala”: entre a polêmica barata e a mentira brilhante na Economia da Atenção
No Carnaval de 2026, um energético chamou muito a atenção do mercado de forma extremamente eficiente. Não porque lançou um grande produto, uma grande campanha ou uma grande promessa, mas porque soube operar com precisão dentro da principal disputa do marketing atual: a disputa pela atenção em ambientes saturados. O estopim de tudo isso foi a escolha do sabor do energético: “Baly Tadala” , nome que, no imaginário popular, remete diretamente a um medicamento amplamente associad
Freitas Netto
20 de fev.7 min de leitura


Carnaval 2026 no Brasil: se você acha que tudo é festa, aparentemente você errou!
Todo ano, as marcas entram no Carnaval como se estivessem abrindo um comercial com confete, trio elétrico e multidão na rua. Só que um recorte recente de pesquisa Hibou em parceria com a Score, sugere um desencaixe incômodo entre o imaginário publicitário e a vivência real do feriado. E se o maior “tema” do Carnaval 2026 não for a folia, mas o descanso? O dado que muda a narrativa Quando perguntadas sobre planos para o período: 73,2% das pessoas dizem que vão ficar em casa .
Freitas Netto
16 de fev.5 min de leitura


Creator Economy 2.0: as tendências que vão definir a influência em 2026
Durante anos, a Creator Economy foi tratada como território de experimentação. Um espaço onde alcance, engajamento e carisma bastavam para justificar investimentos, parcerias e campanhas. Essa fase acabou. 2025 foi o ano da virada de chave. Foi quando o mercado começou a abandonar o discurso do hype e passou a exigir estrutura, profissionalização e resultado. Em 2026, esse movimento se consolida. A Creator Economy entra definitivamente em sua fase estrutural. Não como mod
Freitas Netto
28 de jan.5 min de leitura


O que são clientes sintéticos? Tudo o que você precisa saber!
Se você já colocou uma campanha de marketing na rua, lançou um produto ou defendeu uma estratégia diante de um cliente, você conhece bem essa tensão. Antes de qualquer coisa ir ao ar, existe sempre a mesma pergunta pairando na sala: Como o público vai receber isso? Vai entender a mensagem do jeito que a gente imaginou? Vai gerar resultado, conversa, conversão? Ou, no pior cenário, vai produzir ruído, rejeição ou um problema maior do que o briefing original? Para reduzir esse
Freitas Netto
27 de jan.7 min de leitura


Você sabe o que é rage bait? Nem toda marca quer ser amada. Algumas querem ser assunto!
Nos últimos dias, uma ação da Casas Bahia no Paulistão tomou conta das redes sociais. Assista o vídeo: Ao transformar o tradicional cara ou coroa antes do jogo em “geladeira ou fritadeira”, a marca mexeu em algo que vai muito além de uma ativação promocional. Mexeu em um ritual simbólico do futebol brasileiro . O resultado foi imediato: gente achando genial, divertida e criativa. Gente achando forçada, exagerada e sem sentido. E, como quase sempre acontece nesses casos, não
Freitas Netto
16 de jan.2 min de leitura


Natal 2025: como será a celebração dos brasileiro?
Em um país em que quase tudo é motivo de divisão, o Natal ainda é consenso. Segundo a pesquisa realizada por Globo e PiniOn, 95% dos brasileiros vão comemorar o Natal em 2025 . Cerca de 60% dos brasileiros pretendem se reunir com familiares para a ceia ou o almoço de Natal. Não estamos falando de uma simples data no calendário, mas de um ritual coletivo capaz de mobilizar praticamente todo o país ao mesmo tempo. O Natal reúne família, memória e consumo em uma ocasião que, m
Freitas Netto
12 de dez. de 20257 min de leitura


Do cimento ao sentimento: os hábitos de compra dos brasileiros no varejo de Casa & Construção
Nos últimos anos, o lar deixou de ser apenas um lugar onde moramos. Ele se tornou um reflexo do que sentimos, das nossas conquistas e do estilo de vida que desejamos ter. A casa hoje é autocuidado, segurança, pertencimento, orgulho. E quando um espaço representa tanto, ele nunca está “pronto”. Segundo o novo estudo “ Tijolo a Tijolo – Decisões que Moldam o Lar ”, da Globo, 86% dos brasileiros estão sempre buscando novas formas de melhorar o lar . E 82% já realizaram algum
Freitas Netto
15 de nov. de 20258 min de leitura
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