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SXSW 2026 | Dia 3: A morte das tendências e as três tempestades tecnológicas de Amy Webb

  • Foto do escritor: Freitas Netto
    Freitas Netto
  • 15 de mar.
  • 12 min de leitura

Terceiro dia de SXSW. Participei de muita palestra e de muitos painéis, mas, hoje, o destaque deste artigo vai ser um só. Definitivamente, a palestra mais aguardada do evento foi a da futurista Amy Webb. Isso porque, normalmente, os seus Trends Reports, produzidos pelo Future Today Institute e apresentados todos os anos no SXSW, costumam ocupar esse lugar de grande expectativa.


É aquele tipo de apresentação que, de algum modo, organiza o imaginário do mercado. O que Amy “prevê” ali acaba influenciando estratégias de marketing, direcionando conversas de negócio e ajudando a moldar a percepção do que será, ou não, entendido como tendência nos próximos anos. Em outras palavras, era exatamente esse tipo de grande leitura de futuro que muita gente estava esperando encontrar ali no SXSW.


Mas aí veio o ponto central. Este ano foi diferente. Depois de enfrentar filas gigantescas para conseguir entrar no auditório, também gigantesco, e finalmente ouvir o que Amy tinha a dizer, o clima já não era de mera curiosidade ou entusiasmo.


Havia uma tensão perceptível no ar. Antes mesmo de qualquer conceito mais complexo entrar em cena, a própria mise-en-scène da palestra já indicava que não se tratava de uma edição comum daquela tradicional apresentação de tendências.


No salão, estavam espalhadas coroas de flores. O staff estava vestido de preto. Enquanto as pessoas entravam, eram distribuídos lencinhos de papel e aqueles pins em formato de fitinhas pretas (desses usados para sinalizar luto), como se estivéssemos diante de algum tipo de cerimônia fúnebre simbólica.


O auditório estava escuro, e uma trilha sonora leve, triste e melancólica completava esse ambiente quase teatral. Tudo ali parecia cuidadosamente desenhado para produzir desconforto, suspense e uma sensação antecipada de ruptura.


Ou seja, já dava para sentir o tom do que vinha por aí. A brincadeira, na verdade, era anunciar que, depois de décadas, Amy Webb estava decretando definitivamente a morte do tradicional Trends Report, esse documento que, por tantos anos, ajudou a guiar o mercado.


E a explicação para esse “falecimento” era, em si, um diagnóstico importante. Para ela, tendências isoladas passaram a funcionar apenas como “dados meteorológicos”, algo como temperatura, vento ou umidade. São sinais úteis, mas insuficientes. O que realmente importa agora não são fenômenos separados, e sim as convergências entre eles, isto é, o sistema completo da tempestade.


O funeral do Trends Report


Depois da encenação do velório do relatório, Amy ainda tentou introduzir um pouco mais de leveza no ambiente. Colocou até uma bandinha texana para tocar no meio da audiência, dizendo que, sempre que algo morre, alguma outra coisa nasce. “Alegriiiiia”, numa tentativa de quebrar o peso da situação. Mas, se alguém esperava que o clima da palestra fosse melhorar a partir dali, aconteceu justamente o contrário. O que veio na sequência foi um choque de realidade em tom quase catastrófico.


E isso me chamou muito a atenção porque, tradicionalmente, palestras futuristas sobre inteligência artificial e tecnologias emergentes costumam operar num registro ambivalente, mas ainda assim relativamente otimista.


Em geral, trazem alertas, sim, porém deslocam rapidamente a discussão para uma ótica mais positivista. É aquele discurso conhecido de que algumas vagas de trabalho vão desaparecer, mas muitas outras surgirão em seu lugar; ou de que a produtividade será otimizada com o avanço das tecnologias; ou ainda de que as ferramentas se sofisticarão e, com isso, as condições sociais tenderão a evoluir. Esse é o repertório clássico desse tipo de apresentação. Mas, bem, não foi isso que aconteceu ali.


Acho que foi a primeira vez que vi uma palestra futurista tão alarmante quanto essa que assisti no SXSW 2026 com Amy Webb. E, justamente por isso, vale explicar com calma o que ela apresentou, porque o que estava em pauta não era apenas uma lista de novidades tecnológicas, mas uma tentativa de reorganizar a forma como entendemos mudança histórica, estratégia, trabalho, emoção e poder.


A premissa central: destruição criativa em escala ampliada


A premissa inicial da palestra parte de um conceito clássico da economia: a Destruição Criativa. Amy recupera essa ideia para lembrar que a inovação nunca foi neutra. A destruição criativa é o processo pelo qual novas tecnologias, novos modelos de negócio e novos mercados substituem sistemas já existentes.


Isso significa que toda inovação opera em duas direções ao mesmo tempo. De um lado, cria novos produtos, novos mercados, novas empresas e até novas indústrias. De outro, destrói empregos antigos, modelos de produção defasados e empresas incumbentes que não conseguem se adaptar.


A tese inicial dela, portanto, é relativamente conhecida: toda inovação cria valor novo enquanto destrói valor antigo.


O ponto é que, segundo Amy, aquilo que está vindo agora é maior, mais acelerado e mais estrutural do que os ciclos anteriores de transformação.

É justamente aí que entra a crítica dela às tendências isoladas. Para Amy, esse tipo de leitura já não dá mais conta da escala e da complexidade dos ciclos atuais de inovação. As convergências tecnológicas representariam, então, um estágio diferente de análise, porque dizem respeito ao momento em que múltiplas tendências, forças, incertezas e catalisadores passam a se cruzar e a interagir entre si.


Se uma tendência isolada pode ser comparada a um dado meteorológico específico, como temperatura ou velocidade do vento, a convergência funciona como o sistema completo da tempestade, produzindo um impacto combinado que é maior e qualitativamente diferente da simples soma de suas partes individuais.



Dentro dessa lógica, Amy Webb define as convergências a partir de quatro regras fundamentais.


A primeira é que elas produzem mudanças em nível de sistema, isto é, ocorrem simultaneamente em múltiplas indústrias e sistemas sociais, o que as torna mais difíceis de detectar para quem está olhando apenas para movimentos setoriais.


A segunda é que elas criam novas realidades, fazendo com que aquilo que antes parecia inconcebível passe a parecer inevitável quase da noite para o dia.


A terceira é que elas redistribuem poder e valor, reescrevendo as regras sobre quem detém vantagem competitiva em diferentes setores ao mesmo tempo.


E a quarta é que são difíceis de reverter, porque, uma vez que esses sistemas começam a se reforçar mutuamente, a nova realidade se consolida com enorme velocidade.


É por isso que essas convergências importam tanto. Na visão dela, elas são fundamentais porque permitem identificar aquilo que se tornará inevitável antes que isso esteja óbvio para todos. Enquanto uma tendência mostra o que está mudando hoje, a convergência revela a realidade de amanhã.


Living Intelligence: a infraestrutura da tempestade


A partir daí, Amy apresenta o sistema tecnológico que habilita tudo isso, um conceito central na palestra chamado Living Intelligence, ou Inteligência Viva.


Essa inteligência surge quando três dimensões passam a se fundir: inteligência artificial, sensores avançados e bioengenharia.


O resultado dessa fusão é o surgimento de redes adaptativas nas quais dados entram, os sistemas aprendem, esses sistemas agem sobre o mundo, o mundo se altera em função dessa ação e novos dados retornam ao sistema.


Ou seja, a tecnologia deixa de operar apenas como ferramenta e passa a funcionar de maneira cada vez mais parecida com sistemas vivos adaptativos.


As três tempestades


Amy descreve três grandes convergências que devem moldar os próximos anos.

A primeira é a Human Augmentation, ou "Aumentação" Humana. Trata-se do uso de tecnologia e biologia para ampliar capacidades físicas e cognitivas além dos limites naturais. Interfaces cérebro-máquina, próteses inteligentes, engenharia genética e sensores corporais apontam para um cenário em que o corpo humano passa a funcionar como uma plataforma tecnológica.



A segunda convergência é o Unlimited Labor, ou Trabalho Ilimitado. Sistemas automatizados passam a produzir trabalho em escala sem participação humana.


Tecnologias como agentes autônomos de IA, robótica e fábricas totalmente automatizadas removem limites naturais do trabalho humano, como tempo, atenção e fadiga. O resultado potencial é inquietante: produção sem trabalhadores, crescimento sem emprego e output sem salários.



A terceira convergência é social e psicológica: Emotional Outsourcing, ou Terceirização Emocional. Trata-se da transferência de conforto, validação e companhia das pessoas para máquinas. Esse fenômeno já aparece em áreas como amizade, romance, terapia e até religião que estão sendo "digitalizadas"e intermediadas pela tecnologia. A lógica é simples: sistemas de IA estão sempre disponíveis, não julgam e respondem imediatamente. Aqui ela brinca com o exemplo do "Chat GPT" terapeuta e de aplicativos que simulam conversas com Jesus (Talk to Jesus App).



Quando a tecnologia vira arquitetura social


Quando essas três convergências se combinam, o impacto deixa de ser apenas tecnológico e passa a ser civilizacional.


O trabalho pode deixar de ser o motor central do crescimento econômico. A infraestrutura emocional pode migrar para plataformas privadas. E a própria noção de agência [ato de agir] humana pode ser tensionada por sistemas que mediam decisões, relações e estados afetivos.

Nesse cenário, Amy alerta para o risco de uma nova forma de dependência sistêmica, em que tecnologias não apenas ampliam capacidades humanas, mas passam a estruturar a própria experiência social.


Os dois futuros possíveis para 2031


A partir desse diagnóstico, Amy Webb propõe dois cenários possíveis para o futuro próximo.

O primeiro é o Capitalism Completed. Nesse cenário, o capitalismo chega a um estágio extremo em que plataformas monetizam atenção, dados, emoções e identidade. Daí vem a frase provocadora que ela apresenta na palestra:


“Capitalism completed. It sold you back to yourself.”

Ou seja, o sistema econômico passa a vender versões de você para você mesmo.

O segundo cenário é o Capitalism Recalibrated, uma tentativa de reformular o sistema econômico diante da automação.


Nesse modelo, surge o conceito proposto por Amy de Crédito de Contribuição, que representa uma proposta de reformulação radical da economia, desenhada para conferir valor financeiro ao "trabalho invisível" (como mentoria, cuidado e construção de comunidades) e recompensar retroativamente criadores e profissionais cujo capital intelectual treinou os sistemas de automação atuais sem a devida compensação.


Segundo Amy Webb, este sistema não deve ser confundido com impostos, bem-estar social ou renda básica universal. Em vez disso, ele funciona como um percentual pago pelas empresas que lucram com a tecnologia, sendo acionado apenas quando a automação gera ganhos mensuráveis de produtividade.


O propósito central é garantir que a sociedade permaneça funcional em um cenário onde o trabalho humano deixa de ser o motor principal do crescimento econômico, recalibrando o capitalismo para que ele reconheça a contribuição humana como a base legítima da criação de valor.


Uma provocação sobre o futuro das empresas


Em determinado momento da palestra, Amy Webb faz uma provocação que ajuda a traduzir boa parte da lógica econômica que está emergindo dessas convergências. Ela afirma:


“The most valuable company in the world in 2031 doesn’t make anything.”

A frase "A empresa mais valiosa do mundo em 2031 não produz nada" soa exagerada à primeira vista, mas o ponto dela é relativamente claro. Durante grande parte do século XX, valor econômico esteve diretamente associado à capacidade de produzir coisas físicas em escala. Indústrias dominavam cadeias produtivas, fábricas eram ativos estratégicos e o crescimento estava ligado à expansão da produção material.


O que Amy sugere é que estamos avançando para um estágio diferente dessa lógica. No futuro próximo, as empresas mais valiosas podem não ser necessariamente aquelas que produzem bens físicos, mas aquelas que coordenam sistemas complexos de inteligência, dados e automação.


De certo modo, já vemos isso. Por exemplo, Uber é uma das maiores empresas de transporte do mundo, não possui veículos. E o Airbnb, o maior provedor de acomodação do mundo, não possui imóveis.


Nesse cenário, valor econômico pode emergir da capacidade de: coordenar redes de sistemas, organizar fluxos massivos de dados, operar agentes autônomos de inteligência artificial, estruturar plataformas que conectam diferentes camadas da economia digital.

Ou seja, a produção física deixa de ser o único centro da criação de valor. O poder passa a estar na orquestração dos sistemas que fazem o mundo funcionar.


E isso é uma evolução da lógica que já vemos nas grandes plataformas tecnológicas. Empresas como Google, Amazon ou Microsoft já demonstraram que controlar infraestrutura digital, dados e redes pode ser mais valioso do que produzir diretamente os bens que circulam nesses sistemas.


A diferença é que, na visão apresentada por Amy Webb, essa lógica tende a se expandir ainda mais com a convergência entre inteligência artificial, automação e bioengenharia.


O papel da agência [o agir] em meio às tempestades


Apesar do tom alarmante de grande parte da palestra, Amy Webb insiste em um ponto central: essas tempestades não são inevitáveis em seus resultados.


Elas são estocásticas, ou seja, carregam múltiplos desdobramentos possíveis. E justamente por isso ainda existe algo fundamental em jogo: agência.


Segundo ela, o grande risco não é a tecnologia em si, mas a forma passiva com que indivíduos e organizações reagem às transformações em curso. Preparar para essas mudanças exige algo que ela descreve como um processo contínuo de destruição criativa aplicada a nós mesmos.


Em termos simples, isso significa desenvolver a disposição de abandonar processos, modelos mentais e habilidades que já se tornaram obsoletos para construir novas capacidades capazes de sobreviver em um ambiente radicalmente diferente.


No fundo, o que ela descreve é uma transição histórica na qual a tecnologia deixa de funcionar apenas como ferramenta e passa a se tornar a própria arquitetura da existência humana. Isso exige uma recalibragem urgente não apenas das empresas, mas também do modo como pensamos economia, trabalho e sociedade.


Em um dos momentos mais diretos da palestra, ela resume essa ideia com uma frase simples:


"Ninguém virá para salvar você".

Agência exige decisão e ação deliberada.


A mensagem para empresas 


Para Amy Webb, sobreviver a essas tempestades exige que empresas assumam papéis mais estratégicos. Ela é enfática ao afirmar que a responsabilidade dos líderes é construir estratégias reais baseadas nas convergências, e não simplesmente reagir ao caos do momento.


Um dos riscos que ela aponta é o que chama de armadilha da incerteza. Se uma organização planeja apenas para a instabilidade imediata, ela acaba operando sempre em modo reativo. E organizações que vivem apenas reagindo ao curto prazo acabam sendo destruídas quando a verdadeira transformação sistêmica acontece.


Por isso, ela insiste em uma dualidade estratégica. Líderes precisam ser capazes de fazer duas coisas ao mesmo tempo. De um lado, otimizar o próximo trimestre e garantir resultados imediatos. De outro, construir a estratégia capaz de posicionar a organização dentro das próximas convergências tecnológicas.


Nesse ponto, Amy também faz uma crítica direta ao que chama de “pilares estratégicos”. Aqueles conceitos elegantes que cabem perfeitamente em um slide de PowerPoint, mas que muitas vezes não passam de slogans bem embalados. Para ela, estratégia de verdade não é uma frase inspiradora. Estratégia é um processo contínuo de responder perguntas difíceis ao longo do tempo.


A ferramenta central: prospecção estratégica


Para lidar com esse ambiente de transformação acelerada, Amy Webb defende o uso sistemático do que ela chama de Strategic Foresight, ou prospecção estratégica.

Trata-se de uma combinação de mentalidade e conjunto de habilidades voltadas para analisar dados do passado, identificar padrões no presente e projetar cenários plausíveis de futuro. Segundo ela, foresight sem estratégia é apenas insight sem alavancagem. E estratégia sem ação não passa de intenção sem impacto.


O verdadeiro objetivo da prospecção estratégica é permitir que organizações identifiquem ameaças e oportunidades cedo o suficiente para agir antes de serem atingidas pela tempestade.


As três perguntas estratégicas fundamentais


Dentro dessa lógica, Amy Webb afirma que o trabalho contínuo de qualquer líder deveria girar em torno de três perguntas fundamentais.


A primeira é para onde o mundo está indo. Essa pergunta exige olhar para o ambiente global, compreender convergências tecnológicas e identificar transformações estruturais em curso.


A segunda é onde o valor será criado. Ou seja, quais novos mercados, modelos e oportunidades emergem a partir dos processos de destruição criativa.

E a terceira é como participaremos disso. Em outras palavras, qual será o papel da organização dentro dessa nova configuração econômica e tecnológica.


Amy conclui lembrando que todas as civilizações que realmente importaram na história foram construídas por pessoas que, mesmo em meio à incerteza e ao medo, decidiram que tinham agência suficiente para moldar o futuro.


A mensagem final da palestra


Depois de apresentar um cenário tão denso de transformações tecnológicas, Amy Webb encerra a palestra com uma mudança clara de tom. Em vez de terminar apenas no diagnóstico das tempestades que se formam no horizonte, ela faz uma chamada direta à ação.


A ideia central é simples, mas poderosa:


Se você quer agência, precisa agir.

Para ela, o futuro não é determinado apenas pelo avanço da tecnologia. Ele é moldado por decisões humanas. Por decisões institucionais, por políticas públicas e, principalmente, por estratégias empresariais capazes de orientar como essas tecnologias serão desenvolvidas, distribuídas e utilizadas na sociedade.


Ou seja, as tecnologias podem abrir possibilidades, mas são as estruturas de poder, governança e estratégia que definem como essas possibilidades se materializam no mundo real.


É nesse contexto que ela termina a palestra com uma provocação direta ao auditório:


“Estamos todos aqui pensando sobre o futuro, mas existem pessoas que estão literalmente cuidando de nós no presente. Lembrem-se: toda civilização que realmente importou na história foi construída por pessoas como nós. Pessoas que decidiram, em meio à incerteza e ao medo, que tinham agência. Você tem agência. Eu quero que você saia daqui e a use.”


A mensagem final, no fundo, carrega uma tensão interessante. Ao longo da palestra, Amy Webb descreve um futuro em que tecnologias cada vez mais sofisticadas podem capturar trabalho, emoção e poder econômico. Mas ela encerra lembrando que essas estruturas não são inevitáveis.


O verdadeiro campo de disputa não é entre humanos e tecnologia. É entre diferentes formas de organizar o sistema.


Por isso, a fala final soa quase como um convite a lutar. Não contra a tecnologia em si, mas contra os modelos econômicos, institucionais e sociais que decidirão quem controla essas novas infraestruturas.


Nem todo mundo comprou totalmente a narrativa


Depois do evento, conversando com várias pessoas, ouvi algumas críticas recorrentes. Alguns diziam que a visão apresentada era muito abstrata. Outros comentavam que era difícil transformar aquelas ideias em ações imediatas para o dia a dia do marketing.


E isso, na verdade, também é bastante típico das palestras da Amy Webb. Elas não são sobre frameworks prontos para aplicar amanhã de manhã. São sobre deslocar a forma como pensamos o futuro.


E talvez esse seja justamente o valor delas.


E você, o que achou de toda essa tendência futurista?



Antônio Netto

Planejamento Estratégico e Consumer Insights

Cobertura especial do SXSW 2026 direto de Austin

Host do podcast Papo Bizz 🎙️


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