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As seis disciplinas do pensamento estratégico em tempos de IA: quantas ainda dependem de gente?
Uma análise crítica do livro de Michael D. Watkins sobre como a inteligência artificial redistribuiu o peso das seis disciplinas: o que a máquina já executa e o que continua dependendo de gente. Já indiquei este livro por aqui, quando escrevi sobre a importância de olhar para a própria carreira com mais estratégia. Depois voltei a ele com calma, capítulo a capítulo, e encontrei algo que não estava na indicação: as seis disciplinas que Michael D. Watkins descreve funcionam, li
Freitas Netto
há 20 horas8 min de leitura


Marketing de influência: por que sua melhor campanha pode parecer um fracasso no relatório
O papel invisível do creator entre a exposição e o relatório de resultado. Uma pessoa vê o review de um creator numa terça à noite. Não clica. No dia seguinte pesquisa o produto. Salva o nome da marca. No sábado compra na loja física, sem link e sem cupom. Na segunda, o relatório da campanha registra poucos cliques e conversão abaixo da meta. A venda aconteceu, mas o relatório registrou fracasso! Essa cena deixou de ser um caso isolado. O estudo O Efeito da Influência no Cons
Freitas Netto
há 3 dias5 min de leitura


Salve sua carreira: como sair da execução e chegar na decisão antes que a IA feche a porta
A IA já escreve, resume, cruza planilha, adapta peça, levanta benchmark, formata relatório e sugere dez variações de headline em segundos. Ela executa hoje boa parte do trabalho que sustentou o início e o meio de carreira de milhares de profissionais de marketing no Brasil. Enquanto isso, as empresas seguem sem enxergar a própria taxa de conversão, sem conectar comunicação a margem e sem critério para decidir onde colocar a próxima parcela da verba. Automatizamos a produção.
Freitas Netto
5 de ago.6 min de leitura


O que descobri olhando para o primeiro ano do TikTok Shop no Brasil
Os dados revelam uma plataforma que já move descoberta, desejo e decisão de compra, mas ainda disputa a própria receita que ajuda a gerar. O primeiro ano da operação do TikTok Shop no Brasil veio cercado de números enormes: o GMV (Volume Bruto de Mercadoria) médio diário mensal cresceu 102 vezes, o número de criadores afiliados ativos aumentou 46 vezes e o GMV médio diário mensal gerado pelas lives avançou 161 vezes. Tudo isso é relevante e diz bastante sobre a velocidade de
Freitas Netto
3 de ago.7 min de leitura


Da atenção à retenção: os 10 desafios do marketing atual
Em 2025, as marcas investiram R$ 42,7 bilhões em publicidade digital no Brasil, alta de 12,7% sobre 2024 e crescimento acumulado de 80% em cinco anos, segundo o Digital Adspend 2026, do IAB Brasil em parceria com a Kantar Ibope Media. Social media concentra 55% desse volume e search, 26%. Guarde esses números, porque eles descrevem um mecanismo econômico simples. Entrou 80% mais dinheiro em cinco anos disputando uma atenção humana que continua limitada e cada vez mais fragmen
Freitas Netto
31 de jul.9 min de leitura


"Se quiser vim ver": a lição de marketing que veio do balcão da padaria
Por que o maior risco do pequeno varejo não é ficar para trás na tecnologia, mas usá-la para apagar a própria vantagem que as grandes marcas tentam fabricar Em março deste ano, um menino de 11 anos acordou, foi arrastado pela mãe até a frente da padaria da família, em Maracanaú, na região metropolitana de Fortaleza, e gravou um vídeo. Ele apresentou os pães, os folheados, os salgados, e repetiu a cada item a mesma frase: "se quiser vim ver". A mãe, Leidiane, contou ao jornal
Freitas Netto
31 de jul.9 min de leitura


Você sabe o que é IA agêntica? A nova disputa do varejo começa aqui
Marcas continuarão disputando a preferência das pessoas, mas também precisarão ser escolhidas por máquinas A experiência de comprar online sempre funcionou de um jeito específico. Você vinha do Google, clicava no site, navegava, comparava, lia reviews, decidia. A marca criava uma vitrine. Você consumia essa vitrine. A marca importava porque comunicava promessa, qualidade, identidade. O consumidor era o ponto final de todo design: cores, palavras, imagens, histórias. Em 2026,
Freitas Netto
29 de jul.9 min de leitura
![Influência digital exige arquitetura de jornada [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_ece188bc1dde41b1a52f90dee6c1e64c~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_ece188bc1dde41b1a52f90dee6c1e64c~mv2.webp)
![Influência digital exige arquitetura de jornada [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_ece188bc1dde41b1a52f90dee6c1e64c~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_ece188bc1dde41b1a52f90dee6c1e64c~mv2.webp)
Influência digital exige arquitetura de jornada [Pesquisa]
A publi abre a descoberta. A decisão acontece fora do feed. Boa parte do mercado brasileiro aprendeu a contratar influência como se contrata mídia: alcance, engajamento, volume de entregáveis e um relatório no fim do período. O que raramente entra nesse escopo é o que acontece com o consumidor depois que ele vê o conteúdo. E os dados sugerem que é justamente ali que a compra se decide. A pesquisa Consumo e Influência Digital 2026, do Opinion Box com a Influency.me, ouviu 1.20
Freitas Netto
24 de jul.7 min de leitura


"Contágio" em tempos de algoritmo: por que a distribuição virou parte da estratégia
Como o clássico de Jonah Berger continua indispensável para entender a viralidade e compartilhamento, mas precisa ser relido na era dos creators e dos algoritmos. Publicado em 2013 e lançado no Brasil como Contágio: por que as coisas pegam, o livro nos ensinou que a viralidade dependia das pessoas certas compartilhando a mensagem certa. Hoje sabemos que existe um terceiro ator nessa equação: o algoritmo. Isso não torna Contágio, de Jonah Berger, ultrapassado. Pelo contrário.
Freitas Netto
15 de jul.9 min de leitura
![LinkedIn: audiência qualificada de sobra, conteúdo com repertório de menos [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_55a9c1f7681b42ae808e3db3ab11437e~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_55a9c1f7681b42ae808e3db3ab11437e~mv2.webp)
![LinkedIn: audiência qualificada de sobra, conteúdo com repertório de menos [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_55a9c1f7681b42ae808e3db3ab11437e~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_55a9c1f7681b42ae808e3db3ab11437e~mv2.webp)
LinkedIn: audiência qualificada de sobra, conteúdo com repertório de menos [Pesquisa]
O LinkedIn deixou de ser uma rede de currículo. Mas ainda não virou uma rede de criação massiva. E é exatamente nesse meio do caminho que está uma das maiores oportunidades para quem trabalha marca, carreira e influência no Brasil hoje. A nova pesquisa da Opinion Box com a M15 sobre o uso do LinkedIn no país mostra que a plataforma se tornou um dos ambientes mais relevantes de atenção profissional qualificada no Brasil, mas essa atenção está profundamente desequilibrada. Muit
Freitas Netto
9 de jul.9 min de leitura


A Vaca Roxa em tempos de IA: ainda faz sentido ser diferente?
Tá... muito provavelmente você já deve ter ouvido falar da tal da Vaca Roxa. E não estou nem falando da vaca das campanhas do chocolate Milka. Em 2003, Seth Godin publicou um livro que conseguiu atravessar duas décadas de viradas tecnológicas sem perder o sentido. A premissa é simples: em um mercado saturado, ser marcante é a única posição que protege uma marca. Tudo que se acomoda na média desaparece da memória do consumidor. É nesse ponto que surge a metáfora de Godin: vaca
Freitas Netto
24 de jun.8 min de leitura


O que faz uma publi funcionar no TikTok? Os principais achados da minha pesquisa de mestrado
Defendi recentemente minha dissertação de mestrado, sob o título "TikTok Marketing: uma análise das estratégias de storytelling digital em publicações patrocinadas de criadores de conteúdo". Este artigo é uma forma de sintetizar esse trabalho e colocá-lo para circular fora do meio acadêmico. Faço isso por uma razão simples. Os achados têm relevância teórica para os estudos de comunicação e marketing, mas têm relevância igual, talvez maior, para quem decide campanha na prática
Freitas Netto
20 de jun.16 min de leitura


O Marketing 7.0 de Kotler e a indústria que esqueceu como as pessoas pensam
Por que o novo livro de Philip Kotler funciona como diagnóstico cultural sobre os limites do marketing na era digital, e o que ele revela sobre o estado da nossa indústria Existe uma cena que se repete todos os dias no feed de qualquer pessoa minimamente conectada. Marcas postando o mesmo formato. Reels com trends replicáveis. Carrosséis que poderiam ter saído de qualquer agência. Campanhas que sumiriam se você trocasse o logo no canto do card. Conteúdos institucionais sobre
Freitas Netto
7 de jun.17 min de leitura


IA emociona na publicidade? O estudo da HSR mediu 119 mil reações para descobrir
O mercado publicitário passou os últimos anos discutindo inteligência artificial generativa a partir de uma tensão emocional antes mesmo de técnica. A pergunta que atravessa agências, marcas e produtoras diz respeito, para além da eficiência, do custo e da velocidade da produção, ao lugar simbólico da criação. Se a propaganda sempre dependeu da capacidade de transformar ideias em vínculos, histórias em desejo e imagens em memória, o avanço da IA colocou uma dúvida incômoda no
Freitas Netto
7 de jun.7 min de leitura
![A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.webp)
![A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.webp)
A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]
A Copa do Mundo é vendida no Brasil como evento de paixão unânime. A cada quatro anos, marcas, agências e veículos partem do mesmo pressuposto: o brasileiro é torcedor por natureza, vive a Copa como ritual coletivo de festa, decide por impulso no calor do jogo e compra produto patrocinado porque "sente" a marca dentro do torneio. Essa narrativa sustenta cotas de patrocínio milionárias, planos de mídia inflacionados e ativações que insistem em comunicar Copa como carnaval inin
Freitas Netto
21 de mai.9 min de leitura


SPIW 2026 | Do produto ao algoritmo: o varejo brasileiro tentando recuperar poder
Essa semana aconteceu a São Paulo Innovation Week 2026, e de todas as trilhas que o evento ofereceu, eu optei por passar os três dias acompanhando mais de perto a trilha de Varejo, que é o terreno onde meu trabalho de planejamento se enraíza há mais tempo. Assistir palestra por palestra é legal e dá vários insights. Mas o meu desafio era outro. Tentei olhar para o desenho que estava surgindo quando todas elas são vistas juntas. Um panorama geral, uma narrativa macro, sabe? Pa
Freitas Netto
16 de mai.10 min de leitura


Varejo constrói marca? “Birra de Mãe”, da Casas Bahia, mostra que sim!
Durante muito tempo, a comunicação de varejo foi tratada quase exclusivamente como uma ferramenta de conversão imediata. O filme precisava anunciar a oferta, destacar o preço, reforçar a condição de pagamento, gerar senso de urgência e levar o consumidor à compra. Em um setor marcado por metas diárias, margens pressionadas e concorrência intensa, essa lógica sempre fez sentido. O varejo precisa vender. E precisa vender agora! Mas vender não significa abrir mão de conceito. Um
Freitas Netto
8 de mai.4 min de leitura


Modo performance: quando o futuro cansa, o passado vira refúgio e o offline vira desejo
Tem algo curioso conectando comportamentos geracionais que, à primeira vista, podem até parecem muito diferentes entre si. Uma parte da Geração Z diz que preferiria viver no passado. Muitos millennials transformaram o domingo em um ritual de organização quase produtiva da própria vida. E experiências presenciais, criativas e comunitárias, como encontros de desenho ao vivo em bares, começam a ganhar força como alternativa ao excesso de tela, feed e mediação digital. Separadame
Freitas Netto
1 de mai.4 min de leitura


Creators: o último resquício de humanidade na produção de conteúdo na era da IA
Empresas usam IA para gerar campanhas. Marcas usam IA para replicar trends . Profissionais usam IA para produzir em escala o que antes levaria semanas. Robôs publicam, bots comentam, humanoides digitais apresentam produtos com voz, rosto e cadência treinados para parecer gente. O resultado é um feed que nunca teve tanto conteúdo e tão pouca presença humana de verdade. É aí que os creators se tornaram algo que ninguém havia previsto: o último resquício de autenticidade recon
Freitas Netto
13 de abr.7 min de leitura


Geração Alfa e o varejo físico: por que o futuro do consumo não é digital como imaginávamos?
Durante anos, o mercado operou sob uma premissa quase incontestável: quanto mais digital a geração, menor a relevância do varejo físico. A Geração Alfa deveria ser o ápice dessa lógica. Nascida a partir de 2010, filha de millennials e a primeira geração formada inteiramente em um ambiente hiperconectado, mediado por plataformas e interfaces digitais, tudo indicava que sua relação com o consumo seria majoritariamente digital, funcional e orientada por conveniência. Diferente d
Freitas Netto
9 de abr.5 min de leitura
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