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![A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.webp)
![A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]](https://static.wixstatic.com/media/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.jpg/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/4c7aaa_0dd50769637b482ab7f83869d841b19b~mv2.webp)
A Copa que o Brasil quer não é a Copa que o mercado está vendendo [Pesquisa]
A Copa do Mundo é vendida no Brasil como evento de paixão unânime. A cada quatro anos, marcas, agências e veículos partem do mesmo pressuposto: o brasileiro é torcedor por natureza, vive a Copa como ritual coletivo de festa, decide por impulso no calor do jogo e compra produto patrocinado porque "sente" a marca dentro do torneio. Essa narrativa sustenta cotas de patrocínio milionárias, planos de mídia inflacionados e ativações que insistem em comunicar Copa como carnaval inin
Freitas Netto
há 3 dias9 min de leitura


Páscoa 2026: do consumo compulsório ao ritual ajustado
A cada ano, o discurso da Páscoa se repete: O consumo caiu. Os preços subiram. O brasileiro está comprando menos. Mas essa leitura, embora verdadeira na superfície, é insuficiente. Ela explica o que está acontecendo, mas não explica por que está acontecendo e, principalmente, o que isso significa. A pesquisa “Pulso Páscoa 2026” , conduzida pela Hibou em parceria com a Score Group, propõe uma leitura mais interessante. E mais estratégica. Ela não trata a Páscoa como uma data
Freitas Netto
2 de abr.5 min de leitura
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