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O que sobra de uma marca que vive de trend?
Por que capturar atenção não significa construir memória de marca Imagina um time de marketing muito engajado. Gente jovem, antenada, de olho em tudo que acontece nas redes sociais, pronta para aproveitar o próximo conteúdo que está bombando nas redes e adaptá-lo à linguagem da marca. Nos últimos meses, no seu feed passou pelo “se quiser vim ver”, pelo “eu nunca te falei, mas eu acho que você ficaria lindo de…”, pelas batalhas de "farmar aura", por Moranguete e Abacatudo e pe
Freitas Netto
há 7 horas6 min de leitura
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