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Um agente de IA não se comove com a sua campanha de marca. E agora, morreu o branding?
Em julho, no Fórum E-Commerce Brasil, o Chief Data & AI Officer do Magalu, Caio Gomes, descreveu uma cena que ainda parece estranha para quem trabalha com marca. Dois agentes de inteligência artificial conversam: um representa o consumidor e foi instruído a comprar; o outro representa o varejista e foi instruído a vender. Nenhum dos dois assiste ao filme de 30 segundos, nenhum dos dois repara na direção de arte. Se a oferta não vier acompanhada de dados que a sustentem como a
Freitas Netto
9 de set.7 min de leitura


Você sabe o que é IA agêntica? A nova disputa do varejo começa aqui
Marcas continuarão disputando a preferência das pessoas, mas também precisarão ser escolhidas por máquinas A experiência de comprar online sempre funcionou de um jeito específico. Você vinha do Google, clicava no site, navegava, comparava, lia reviews, decidia. A marca criava uma vitrine. Você consumia essa vitrine. A marca importava porque comunicava promessa, qualidade, identidade. O consumidor era o ponto final de todo design: cores, palavras, imagens, histórias. Em 2026,
Freitas Netto
29 de jul.9 min de leitura
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